Archive for the 'Vida Gamer' Category

Acabou

Pronto. Agora que Metal Gear Solid 4: Guns of Patriots chegou em minhas mãos, posso ser militar. Igual ao que meu pai, José Guerra, queria.

Assim que eu tiver alguma opinião sobre o jogo eu coloco aqui.

Eis aqui os MGS4 que chegaram à redação. Um deles é meu. Vou me trancafiar em casa para fazer o detonado para a PS3W. Depois disso, eu posso morrer em paz.

O Allan com a cópia dele.

Eu com a minha e a da editora Digerati.

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Local de trabalho

Recentemente, o Fabão fez um post em seu blog falando de seu local de trabalho. Tenho que dizer que ele é um cara privilegiado. Sua mesa respira videogame. Livros e mais livros de jogos, bonequinhos, controles. Eu no meu humilde cantinho aqui na Digerati, tenho poucas coisas em cima da mesa. Eu celular, uma carteira de cigarro e outras coissas comuns. Guardo meus trecos e cacarecos dentro das minhas gavetas – diga-se de passagem, são uma zona.

Copinho de café, uma revista, cabos USB e minha carteira. O local de trabalho do Guerra não poderia ser menos gamer possível.

Revendo o Review

Esta madrugada encontrei um dos meus discos de Backup da época em que eu trabalhava na Conrad/Futuro. Não mais que estranho, percebi uma grande mudança no meu estilo de texto. Veja um dos meus reviews, este aqui é da EGM Brasil 38:

Donkei Kong Jungle Beat

RODRIGO: Será que a equipe de criação da Nintendo tem limites? Não é o que parece. DKJB não é apenas inovador, ele recria de forma majestosa o gênero plataforma. Eu pensei que não ia gostar de “pagar o mico” na hora de bater palmas. Mas meu receio passou logo nos primeiros dois minutos de jogo.

O conceito é simples, os bongôs movem Kong para os lados, batendo nos dois ao mesmo tempo ele pula e batendo palmas ele pega bananas e derruba inimigos. Isso se torna um hábito logo depois de passar os estágios iniciais, conforme for avançando o game fica mais desafiador e empolgante. Alguns estágios precisam de tanta agilidade que não é raro ficar pingando de suor depois de uma partida e com um sorriso de lado a lado no rosto.

Porém, o ditado “tudo o que é bom dura pouco” é verdadeiro, basta um dia para terminar o DKJB. Mesmo assim vale a pena voltar desde o início e jogar tudo de novo. Um segredo que somente a Nintendo possui para dar maior longevidade aos seus jogos.

Nota: 8,5

Ow! E depois dizem que eu não gosto de jogos da Nintendo…

Playlist: Metal Gear Solid 4 OST

Quando Harry Gerson-Hillians escreveu a primeira música do primeiro disco da trilha sonora de Metal Gear Solid 4, deveria estar ouvindo seus trabalhos anteriores. A música “Old Snake” tem aquela pegada que estamos acostumados a ouvir logo após escolhermos a opção “New Game” em qualquer Metal Gear Solid — um som meio techno com pitadas de calmaria do lounge. Até dá para sentir os primeiros diálogos que vão sair da boca de Old Snake.

O susto vem logo a seguir quando ouvimos a doce voz muçulmana em “Love Theme”. É um misto de melancólico, triste e dolorido. Quase não é um tema de amor.

O tenebroso se espalha pelo disco e dá até medo de ouvir algumas músicas, pois quem não quer saber nadinha de nada do jogo — como eu — fica apreensivo. Não serei eu que vou estrtagar a sua surpreza. Eu já me dei ao trabado de comprar o meu disco — afinal, tenho poucas chances de conseguir uma edição limitada do jogo.

Porém, posso dizer que Metal Gear Solid 4 terá uma trilha sonora de qualidade superior aos títulos anteriores. Todas as faixas são impecáveis, trabalhadas com maestria de todos os envolvidos — Norihiko Hibino, Jackie Presti, Nobuka Toda, Shuichi Kobori e o mestre já citado, Harry Gerson-Hillians.

Se você quer ouvir alguma coisa vou deixar você com um gostinho e dar uma das músicas, basta baixar aqui. Se gostar, o que eu tenho certeza que vai, compre o disco (o Play Asia entregou o meu ontem, poucos dias depois do lançamento) ou encomende sua edição de colecionador. Depois do dia 12 de junho, você não vai querer ouvir outra coisa.

Voltando de novo

Tá eu sei que eu estava fora, mas não é por mal. Ainda estou me acostumando com a torrente de trabalho lá na Digerati. Ontem, por exemplo, saí da redação por volta das 05:00 da manhã e voltei para editora  ao meio-dia. Quando cheguei em casa, estava tão cansado que deitei e dormi.

Mas sempre reclamo de muito trabalho e acho que meus leitores não precisam disso. Por isso resolvi mudar um pouco de foco aqui no Guerreiro. Antes eu fazia posts imensos, cheios de opinião que talvez não interessasse a ninguém, agora vou fazer novas entradas mais curtas, bem no estilo que o Bueno faz no Freeko, ou não.

Minha estréia destes posts curtos foi com o Mini-Review de Grid, que estou jogando agora depois que detonei GTA IV para a PS3W. Peço desculpas mais uma vez para todos que insistem em visitar meu humilde bog. Tenham uma boa leitura e um grande abraço.

Vitória brasileira

945053_20080219_screen001 O Brasil é um país que é demais. Um ambiente totalmente hostil para desenvolvedores de jogos. Um país que não dá nenhum tipo de ajuda para empresas venderem seus jogos e consoles por aqui. E é exatamente aqui que um jogo criado por apenas três caras conseguiu ser um dos sete jogos escolhidos pela Microsoft para representar sua ferramenta de desenvolvimento de jogos, o XNA.

O jogo em questão é o TriLinea, desenvolvido pela produtora indepedente chamada Tendi, que na verdade são apenas três pessoas (Edison S. Prata Jr., Renato Pelizzari da Silva e Davi da Silva Prata). E quem tem Xbox 360 pode baixá-lo agora para testá-lo. A versão disponível é apenas uma demonstração, mas já mostra o que esperar do trio. O sistema é simples, e o Gus do Audiogame conseguiu descrevê-lo com perfeição:

“(…) O jogo TriLinea foi desenvolvido por um time de três brasileiros, sendo o primeiro jogo brasileiro disponível na Live. Nele você tem que usar peças parecidas com as de um jogo de dominó, em que cada lado tem uma cor. Juntando três “quadrados” de mesma cor você os elimina do tabuleiro.”

Claro, a versão que está na rede ainda não é a final, os desenvolvedores terão muito trabalho pela frente, como dar uma polida na história, nos indicarores e no som. A expectativa que eu criei era muito menor e fiquei honestamente surpreendido pelo ue eu vi e joguei. Não é uma maravilha, mas pera lá, esse é o trabalho de três caras. Três caras que estão no Brasil, sem recursos e sem apoio financeiro. Você consegue entender as dificuldades que estes caras passaram para fazer isso? Para você ter uma idéia, Peggle, um dos games mais fantásticos que segue a mesma linha casual, teve uma equipe de desenvolvimento de mais de 20 caras e um puta investimento.

Esta é a hora de dizer “Sou brasileiro e não desisto nunca”. Aqui é um país que não oferece recursos, mas tem um monte de gente de talento. Fico imaginando esses rapazes em um ambiente propício, em uma softhouse interessante, que lhes dê todos os recursos (tecnológicos e financeiros) para fazer um jogo incrível.

Dou meus parabéns para todos os envolvidos no projeto, principalemente para o Renato, um cara que se dedicou muito a este jogo – na época de desenvolvimento ele até parou de escrever nas revistas da editora Futuro para entrar de cabeça neste esquema. A idéia é boa e TriLinea inova em muitos aspectos. Agora só resta que a M$ dê o apoio para os caras terminarem o que começaram.

Parabéns equipe Tendi. Vocês são nossos heróis.

Quer um GTA IV?

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Quem acompanha os podcasts que eu participo no Audiogame, tá sabendo que tá rolando uma promoção maluca, certo? Como Assim, você não sabe? Então aqui vai:

Outro dia, eu, Rodrigo Guerra, e Gustavo Lanzetta estávamos conversando e chegamos em uma discussão para saber quem era a pessoa mais  insana no mercado de games do Brasil. Nós sempre conseguimos juntar o trabalho com o prazer, ou seja, conseguimos terminar todos os jogos que queremos em poucos dias (ou horas dependendo da duração do game). Isso resultou em uma aposta:

Vamos comprar o GTA IV no mesmo site, na mesma compra, para receber os jogos no mesmo dia. Assim que nós pegarmos o jogo será dado o início da maratona. Quem terminar o jogo primeiro fica com o game, quem perder vai ceder sua cópia para os ouvintes do Audiogame e leitores do Guerreiro.

Para participar da “promoção” você deve ligar para o telefone (11) 3717 GAME ou seja (11) 3717 4263. Você vai deixar seu nome completo, idade, endereço e vai dizer quem você acha que vai TERMINAR O GTA IV PRIMEIRO. Isso mesmo, você vai apostar junto com a gente. Se você apostar que o Gus vai ganhar, o GTA IV será o meu. Se você apostar que eu vou terminar antes, o GTA IV será o do Gus.

Só para deixar claro. Eu vou jogar no PS3 e o Gus vai jogar no 360. Ou seja, se você apostar no Gus e ele vencer, o GTA IV que você vai ganhar será o meu, do PlayStation 3. Se apostar em mim e eu vencer, o GTA IV será o do Xbox 360.

E aí? Em quem você aposta? Não perca tempo e deixe seu recado no (11) 3717 GAME ou seja (11) 3717 4263.